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Enquanto isso,o quê nossas Universidades estão ensinando mesmo? E o governo (via BNDES) e as empresas brasileiras estão invenstindo aonde?

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Piauí :: Luciano Coutinho e o papel do BNDES


“O desenvolvimentista?”

Não sou daqueles que acreditam que tudo que um governo faz é positivo. Principalmente, se ilude se ele é bem avaliado. Não entro na questão da necessidade de se assegurar crédito e investimento durante a crise. Mas as justificativas do Luciano Coutinho para não estabelecer condicionantes tecnológicas para os grandes empréstimos é risível. Pra ficar só nisso.

Mas é isso que dá ter uma oposição incompetente, que passou 8 anos acreditando que era só esperar o momento de assumir o poder, e que terceirizou esse papel para uma mídia falida e ignorante.

É isso que dá ser liderado por alguém da estatura moral de José Serra. Tão obtuso, que incapaz de enxergar os verdadeiros problemas do governo Lula. E prefere se aliar à extrema direita e tentar vencer as eleições com baixarias e factoides.

Mas quem perde na verdade somos nós agora, e nossos filhos e netos no futuro.

“revista piauí: pra quem tem um clique a mais”

Eram oito da noite quando Luciano Coutinho entrou na sala de reuniões do 22° andar do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social, no centro do Rio de Janeiro. O terno cinza, a camisa branca e a gravata azul que ele vestira às seis e meia da manhã continuavam imaculados. Os cabelos grisalhos e ralos também. Caminhou ao longo da mesa de quinze lugares e parou na cabeceira, onde estava escrito “presidente” numa tabuleta verde. Estendeu a mão frouxa para um cumprimento, sentou-se e aguardou o início da conversa mexendo num lápis. Tinha o ar contrafeito de quem está perdendo tempo.

Ele não gosta de entrevistas. Evita-as sempre que possível. Nos últimos tempos, sua aversão a repórteres aumentou. Há cinco meses, Luciano Coutinho e a instituição que preside desde 2007 têm sido criticados por economistas de correntes distintas e até por gente do governo, como Henrique Meirelles, o presidente do Banco Central. Coutinho não quer confrontos. O momento político lhe exige prudência.

Ele é próximo de Dilma Rousseff, de quem foi professor de economia na Universidade de Campinas, a Unicamp. Ela o consulta sobre os mais diversos assuntos: de macroeconomia a questões de infraestrutura e política industrial. A proximidade tem gerado especulações de que, no caso da vitória de Dilma, seria ele o próximo ministro da Fazenda. Essa possibilidade desagrada banqueiros, operadores do mercado financeiro e rentistas, sobretudo os de São Paulo, que almejam a volta de Antonio Palocci ao cargo.

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TV Digital nipo-brasileira (SBTVD) pegou no breu

Eu sinceramente, não botava tanta fé assim. Via no Ginga e na codificação mais avançada (MPEG-4) pontos positivos, mas não suficientes para se fazer frente ao sistemas Europeus e Americanos. Acabou que a mistura Brasil-Japão acabou dando samba. No ritmo que vai só a Colombia (e Uruguai?) vai ficar de fora, o resto da AL caminham pra aderir ao SBTVD.

Incrivel e surpreendente.

“Até o momento, o Brasil já conseguiu convencer Peru, Chile e Argentina. Além disso, haveria um pré-acordo com Cuba. Equador e Venezuela também estariam prestes a adotar o modelo nipo-brasileiro, segundo o Minicom, e Bolívia e Paraguai estariam na fase dos “entendimentos”. Com isso, o ministro Hélio Costa já comemora o sucesso da empreitada de avançar com o padrão escolhido pelo Brasil.”

TELETIME News – Chile e Peru aderem ao sistema nipo-brasileiro de TV digital

Chile e Peru aderem ao sistema nipo-brasileiro de TV digital
segunda-feira, 14 de setembro de 2009, 19h30

A campanha do governo pelos países vizinhos para divulgar o padrão de TV digital escolhido pelo Brasil continua dando frutos. Nesta segunda-feira, 14, o Ministério das Comunicações anunciou duas novas adesões ao sistema nipo-brasileiro de transmissão. Enquanto a cúpula do governo brasileiro recebia uma comitiva peruana para o anúncio oficial da adoção do padrão, a embaixada do Chile confirmava ao Minicom a escolha do sistema pela presidente Michelle Bachelet.

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Vem ai o Google Wave

“O e-mail imita o correio convencional, enquanto as mensagens instantâneas simulam uma conversa telefônica. Isso se justificava nos primeiros tempos da computação. Hoje, faz mais sentido ver o que os computadores podem fazer e imaginar a melhor forma de comunicação possível baseada neles. Foi o que fizemos.” – Lars Rasmussen

Google Wave quer dominar o mundo – INFO Online – (11/09/2009)

Google Wave quer dominar o mundo

Maurício Grego, da INFO
Sexta-feira, 11 de setembro de 2009 – 09h27

SÃO PAULO – Lars Rasmussen diz que o plano é tomar o lugar do e-mail e das mensagens instantâneas.

Ambição é o que não falta no Google Wave. Misturando e-mail, mensagens instantâneas e edição colaborativa de documentos, o novo serviço tem a intenção de mudar a maneira como as pessoas se comunicam na internet. O Wave é uma criação dos irmãos Lars e Jens Rasmussen, que também trazem, no currículo, a autoria do serviço Google Maps.

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FX-2, uma materia definitiva na Poder Aereo



O pessoal da Poder Aereo fez a maior e melhor compilação sobre a transferencia de tecnologia do FX-2.

Rafale: destaques da cooperação e transferência tecnológica ao Brasil

Rafale: destaques da cooperação e transferência tecnológica ao Brasil

Um impulso significativo para a Indústria Brasileira Aeroespacial e de Defesa com benefícios de longo prazo

* A Oferta de Transferência de Tecnologia RAFALE tem propostas para 65 projetos em cooperação com 38 entidades/empresas brasileiras potenciais, cobrindo muito mais que a exigência de 100% do valor de contrato de aeronaves.

* 39 Memorandos de Entendimento (MOU) ou Cartas de Intenção foram assinados com parceiros brasileiros, atestando seu interesse nos projetos propostos.

* Vários projetos de transferência de tecnologia abordam atividades de duplo uso, estimulando assim subprodutos na indústria brasileira.

* A implantação do Programa de Cooperação RAFALE irá gerar cerca de 29 mil empregos (novos ou manutenção de existentes) ao longo de um período de dez anos, com inúmeros benefícios econômicos adicionais resultantes de novas atividades:

* As atividades de fabricação gerarão 3,5 mil empregos diretos e 11,5 mil indiretos.

* O alto volume de transferência de tecnologia, através da criação de inúmeros subprodutos, gerará cerca de 4,5 mil empregos diretos e 9,5 mil indiretos.

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