Mayara Petruso e a vida online


“Chegara o dia em que todos teremos a opção de trocar de nome (alias) e recomeçar do zero.”

Tudo o que eu tenho a falar sobre essa onda de preconceito na internet pós-eleições, o Eric Schmidt já disse. Na verdade as pessoas não se dão conta do que estar “online” a cada milésimo de segundo (tinha colocado 7x24x365 mas ia deixar uns minutos de fora,  mas infelizmente, não teremos esse momento de “paz”). Realmente me indignou pessoas à minha volta se mostrarem tolos preconceituosos, mas estava falando de adultos, pessoas com mais de 30 anos.

Não é o caso de jovens e adolescentes. Essa galera, se fingem de smarto, mas está tão perdida quanto os velhos. Ninguém compreende bem os efeitos dessa revolução tecnológica. Quem tem um smartphone sabe bem o que é isso (o meu é esse), por que ele rompe com a barreira física para se conectar (o notebook ainda tem esse vinculo físico, tipo, vc tem que se sentar pra usar. Com os smartphones não). Às vezes esqueço o GPS/3G ativado e depois vou ver que ficou registrado que estava saindo do banco, por exemplo.

A grande verdade é que a sociedade não compreendeu isso, tudo é registrado, não é possível apagar nada. Vivi isso quando quis deletar minha conta do Facebook (já tinha conseguido no Yahoo! e no Orkut). Não existe essa opção. #PrivacyFail. Mas talvez por que não seja tecnicamente possível. Aqui no blog, já peguei uns bots que copiam o que posto segundos depois. Eu sei que eles existem, e eles sabem que eu sei que eles estão registrando. Escrever sobre política dá nisso.

Mas voltando, ninguém melhor para falar sobre isso que o CEO do Google, Eric Schmidt, ele falou sobre isso ao WSJ (resumo do Huffington Post e integra abaixo) e na Techonomy. Excerpts:


“Eu não acredito que a sociedade compreendeu o que acontece quando tudo está disponível, reconhecível e gravado por todo mundo todo o tempo…todo pessoa jovem um dia poderá automaticamente mudar o seu nome ao alcançar a idade adulta para se desvincular dos exageros da juventude gravados nos sites de seus amigos nas redes sociais.” (bad, bad translation)

É mais ou menos isso. Agora a menina tem 21 anos. Eu fiz grandes besteiras aos 21, mas acho que ela terá que pagar na justiça (com moderação) pelos seus atos. Não é uma questão de ser ou não “bode expiatório”, ela tem maioridade penal. Ponto. Mas o problema é que a sociedade não discute profundamente o que está acontecendo, daqui a pouco vai faltar cadeia. A parte mais triste foi que políticos estimularam isso e deveriam ser punidos, mas não serão. Nunca serão.

O que a Mayara vai servir é de justificativa pro AI-5 digital. Então, o buraco é mais embaixo, infelizmente.

Google CEO Eric Schmidt Advises You Change Your Name To Escape Online Shame

Google CEO Eric Schmidt Advises You Change Your Name To Escape Online Shame

Huffington Post | Bianca Bosker First Posted: 08-17-10 09:25 AM | Updated: 08-17-10 01:49 PM

Google Ceo Eric Schmidt

In a recent interview with the Wall Street Journal, Google CEO Eric Schmidt discussed the future of search, how newspapers will survive, and what’s next for Google.

As ReadWriteWeb highlighted, Schmidt also shared some surprisingly frank, eyebrow-raising opinions on privacy online and the lengths to which we will have to go to protect our reputations in what the New York Times called an age defined by “the impossibility of erasing your posted past and moving on.”

The Wall Street Journal’s Holman Jenkins writes in his interview with Eric Schmidt that the CEO “predicts, apparently seriously, that every young person one day will be entitled automatically to change his or her name on reaching adulthood in order to disown youthful hijinks stored on their friends’ social media sites.”

“I don’t believe society understands what happens when everything is available, knowable and recorded by everyone all the time,” Schmidt said.

Will we really use this “restart button?” Many have questioned Schmidt’s stance. “This notion isn’t just scary–it seems downright pointless,” wrote TechCrunch of the proposition. Researcher Danah Boyd calls the idea “ludicrous,” adding it “completely contradicts historical legal trajectories,” “fails to account for the tensions between positive and negative reputation,” and “would be so exceedingly ineffective as to be just outright absurd.”

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Smartphones

“Mitos sobre o iPhone.”

Acrescento que esses dados estão mudando mais rápido do que se possa imaginar. O avanço da plataforma Android é avassalador. Na verdade a Apple sofre um ataque de milhares de replicantes. Desde os Xing-Ling aos Droid (da Motorola) aos Desires/Evo (da HTC).

Por um motivo bem simples, é uma plataforma aberta.

Ataque à rede do Google afetou sistema ‘Gaia’ de senhas


“alguém ai ainda tem duvidas das ambições chinesas?”

IDG Now! – Ataque à rede do Google afetou sistema ‘Gaia’ de senhas

Ataque à rede do Google afetou sistema ‘Gaia’ de senhas

(http://idgnow.uol.com.br/seguranca/2010/04/20/ataque-a-rede-do-google-afetou-sistema-gaia-de-senhas)

Por IDG News Service
Publicada em 20 de abril de 2010 às 08h59
Atualizada em 20 de abril de 2010 às 09h01

Administrador de senhas da empresa estava entre as informações roubadas pelos ataques que supostamente partiram da China em janeiro.

Entre as informações da rede do Google que foram acessadas durante ciberataques supostamente vindos da China, em janeiro deste ano, estava o sistema de administração de senhas chamado Gaia, que permite o gerenciamento de senhas para diversos serviços do Google. A notícia foi divulgada pelo jornal The New York Times na tarde de segunda-feira (19/4), citando uma fonte anônima.

O software ainda é usado pelo Google, mas foi discutido publicamente uma única vez, durante uma conferência há alguns anos, diz a fonte ao jornal.

Aparentemente, as senhas de usuários do webmail Gmail não foram perdidas, mas há uma pequena possibilidade de que os invasores que tiveram acesso ao software roubado busquem vulnerabilidades que o Google ainda não conhece.

O porta-voz do Google, Jay Nancarrow não comentou a respeito do post publicado pelo Google em janeiro deste ano sobre a suspeita da origem dos ataques ter partido da China. No post, o Google comentou sobre a invasão e suas preocupações com a censura à internet chinesa, além de ter anunciado que iria interromper a censura de seu sistema de buscas naquele país. Atualmente, o buscador está hospedado em Hong Kong, onde conteúdos políticos não são censurados pelo firewall do governo.

O ataque que afetou a rede do Google e mais 33 empresas teve início quando um funcionário da subsidiária do Google na China clicou em um link malicioso enviado via comunicador instantâneo, afirma reportagem do NY Times. Desta forma, o invasor conseguiu acessar com computador do funcionário e, em seguida, uma base de software usada por desenvolvedores no escritório do Google, na Califórnia.

Os invasores também tiveram acesso a um diretório interno do Google chamado Moma, que armazena informações sobre tarefas de trabalho de cada funcionário da companhia, disse a fonte anônima ao jornal.

(Owen Fletcher)

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Vem ai o Google Wave

“O e-mail imita o correio convencional, enquanto as mensagens instantâneas simulam uma conversa telefônica. Isso se justificava nos primeiros tempos da computação. Hoje, faz mais sentido ver o que os computadores podem fazer e imaginar a melhor forma de comunicação possível baseada neles. Foi o que fizemos.” – Lars Rasmussen

Google Wave quer dominar o mundo – INFO Online – (11/09/2009)

Google Wave quer dominar o mundo

Maurício Grego, da INFO
Sexta-feira, 11 de setembro de 2009 – 09h27

SÃO PAULO – Lars Rasmussen diz que o plano é tomar o lugar do e-mail e das mensagens instantâneas.

Ambição é o que não falta no Google Wave. Misturando e-mail, mensagens instantâneas e edição colaborativa de documentos, o novo serviço tem a intenção de mudar a maneira como as pessoas se comunicam na internet. O Wave é uma criação dos irmãos Lars e Jens Rasmussen, que também trazem, no currículo, a autoria do serviço Google Maps.

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