Ignorância e preconceito não tem limites. Surpresa é estarem à minha volta.

“Que que eu desenhe?”

Burrice tem cura, ignorância não. Mas ao contrário do que repetem por ai, não é uma reação elitista. Elite é outra coisa, prescinde preparo. É uma reação de ignorantes mesmo, que não tem sequer, noção das besteiras que repetem.

PS.: Não pretendo voltar ao tema eleições tão cedo, mas sei que com essa mídia e essa minoria de brasileiros conservadores e preconceituosos soltos ai, vou desdizer isso em breve.

Estadão, não inventa, vai. O importante é levantar o caneco.


“Vamos especular: A fonte da Andrea é: a) petista; b) pemedebista; c) tucana; d) nunca se saberá;”

Não sei quem é a fonte da Andrea Jubé Vianna (dica de como ler o PiG: anotar e acompanhar cada jornalista e ver no futuro se ele está “entregando o que vende”), mas se fosse presidente, sempre começaria meu dia com uma sessão de “notícias comentadas”. Destruiria essas colunas “Radar”, essa boataria, e o uso abusivo de “fontes anônimas”. Por exemplo estão saturando com a ideia binária que a Dilma não possui habilidade política, o que é falso, ela no MME conseguiu, silenciosamente dobrar e o PMDB e enquadrar todas indicações que não atenderam o “padrão de qualidade”. Mas a mídia não vai dizer isso.

E como não negam, o papel do jornal (isento de tributos) aceita qualquer lixo que escrevam. Isso é eleição presidencial, o que importa é vencer, que seja de 1/2 x 0, que seja com gol de bunda.

Governar é outra coisa, e independe disso. O resultado eleitoral tem influência, mas é nada em relação a luta que essas forças estão travando no subterrâneo. Essa luta política é como o movimento das placas tectônicas, que de vez em quando causa um terremoto ou tsunami. Os aliados vão disputar espaços, por que é assim que é a política (e ao contrário do que tentam vender, ainda bem que é assim).


Petistas esperam vitória de Dilma com 60% dos votos válidos – politica – Estadao.com.br

(…)

Embalada pelas últimas pesquisas, uma fonte do núcleo de coordenação da campanha afirmou à Agência Estado que espera que Dilma atinja 60% dos votos válidos.

Não é um desejo aleatório, funda-se na preocupação com o “day after” em caso de vitória da petista: Como ela vai lidar com as cobranças dos aliados, em especial do PMDB? “Ela não é Lula”, observa a fonte dilmista, sem disfarçar o desalento. A fonte reconhece que faltam à candidata dois atributos que garantem ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva o pleno exercício do poder: a expertise na articulação política e os altos índices de aprovação popular.

O PMDB já mandou recados de que se ressente do papel de coadjuvante que lhe foi imposto pelo PT na campanha, mesmo com o presidente do partido, Michel Temer, ocupando a vaga de vice. Apesar das promessas, o núcleo decisório da campanha dilmista continuou restrito aos petistas José Eduardo Dutra, José Eduardo Cardozo e Antonio Palocci durante o segundo turno.

(…)

A responsabilidade de um presidenciável

“Não precisa investigar a gestão, porque não teve nada”

“Não sou mais governador”

José Serra – Candidato a Presidência da República pelo PSDB


Já imaginaram se o Lula ou a Dilma dissessem frases assombrosas como essas? José Serra está consciente que um Presidente da República é escravo da lei? Que atos como estes são claros “crimes de responsabilidade“?

Da pra imaginar alguém sob a sombra dos malfeitos da Alstom (investigada na Europa por corrupção ativa) ocupando a Presidência num momento econômico tão importante para o País como este?

Só me resta perguntar: como ele no poder, quantotempodura?

ISTOÉ Independente – Brasil


Sem licitação, Metrô de São Paulo pagou à Alstom R$ 20 milhões a mais por trens

CAMILA PATI

IBRAHIM CRUZ/AG. ISTOÉ



DIFERENÇA Documento mostra valores pagos pelo Metrô à Alstom em 2007

Uma suspeita de corrupção em transações entre as estatais do governo
paulista e a multinacional francesa Alstom promete ser a pedra no sapato
dos tucanos em ano eleitoral. Se somados todos os contratos irregulares
da empresa com o governo de São Paulo, chega- se à cifra de R$ 1,375
bilhão. Esse número pode aumentar com a investigação dos Ministérios
Públicos Estadual e Federal, que prometem uma verdadeira devassa na
atuação da Alstom. O grupo francês tem mais de 139 contratos firmados
com o governo paulista desde 1989, que ao todo somam R$ 7,6 bilhões. Os
negócios da multinacional em São Paulo envolvem o Metrô, a Cesp, CPTM,
CTEEP, Dersa, Eletropaulo, Emae, Prodesp e Sabesp, entre outras
estatais.

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Governo Serra

“#MEDO, for sure.”

Com esse post, eu pretendo inciar uma nova série. Já que a futurologia está em alta, até com os caras com pós-doc, imagine pra um pobre mortal como eu.

Agora sério, qdo resolvi responder os spams (que afetou a blogagem por aqui) recebi respostas sempre do tipo: “Tudo bem, o Governo Lula foi ótimo, mas ESSA Dilma…“.

Então a solução óbvia é mostrar quem é a Dilma, o que pensa OU mostrar quem é o Serra, e o que pode ser o governo dele. Como estou numa fase “punk-rock-hardcore” optei pela última opção.

Especular é grátis. Isso é terrorismo eleitoral (ver “2011” e “O futuro do Serra é virar um Collor“)?

Sim, mas foi eles que começaram…