O cidadão Boilesen

“Quem financiou a OBAN? Boilesen e quem mais? Foram todos punidos? Por que não?”

Abram os arquivos (pelo menos o que restou deles)! Quero saber o nome de todos os financiadores, todos os torturadores, todos os assassinos. Até por que muitos deles estão por ai, diuturnamente conspirando contra o nosso futuro.

Tuma morreu e não pagou pelos seus crimes. Só vamos encarar nosso passado quando todos Ulstras estiverem mortos, e recebendo posts disfarçadamente elogiosos em blogs progressistas? Não se depender de mim.

Como diz o RATM (aquela banda que só após citar o MST no SWU, é que mauricinhos  e patricinhas lesados, subitamente descobriram que, não por acaso, havia um “Machine” no final da sigla): what better place than here, what better time than now?

E por favor, não me venham distorcer e me chamar de revanchista, não estou numa vibe boa para tanta estupidez e hipocrisia. Nunca estive, e duvido que algum dia estarei.

PS.: Jovens jornalistas, larguem o que estão escrevendo agora e vão fazer documentários. Temos uma história a ser contada, senão a versão da nossa história é o que a mídia publicou, e até hoje publica.

4 comentários sobre “O cidadão Boilesen

    1. Nada é por acaso.

      Mas e ai? Como faz? Vamos continuar nessa? Deixando esse pilantras, pilharem o País e pior, conspirando contra o FUTURO.

      Não basta a desgraça que fizeram no passado?

  1. Pode anotar que é de fonte segura: praticamente todas as empresas que eram costumeiras fornecedoras do Exército devem ter contribuído para a repressão. Também devem ter contribuído todas as empresas que manipulassem quaisquer produtos que pudessem ter algum uso bélico, como é o caso das fabricantes de carrocerias de caminhões, lonas, cartuchos, dinamites, bem como as empresas que faziam uso de dinamite, como as pedreiras.

    Então eu me lembro muito bem da proximidade de grupos como o Evaristo Comolatti, o Paoletti (da finada Etti), a Pedreira Vicente Matheus.

    Entre notórios puxa-sacos de milico estavam também o falecido Biagino (da “Fogos Caramuru – nunca dão xabú”, que na verdade davam), a Ultragas (sempre muito próxima dos militares – não foi a toa que o Brasil até hoje não tem uma rede de gás encanado adequada) e até a Antarctica Paulista.

    Meninos, eu vi e ouvi. Era apenas um pirralho, mas estava lá, bem no “olho do furacão”.

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