Ataque ao VioMundo


“#NoPanic #VioMundo é do #Bem”

Acho que fui um dos primeiros a ver a msg, mas como não tinha email do Azenha não deu pra avisar (e não queria espalhar o pânico no twitter).

Mas é isso. A regra é clara Arnaldo: Azenha é do #Bem! É só clicar na outra opção lá, e tocar a vida.

PS.: Aê, vem pra cima de mim, seus hackerzinhos de merde. Descubram minha senha no WP.com. Não são os foda? Mexe com alguém do seu tamanho (tenho 1,95mts, mas não 4 milhões de pageviews/mês…rs).

DO VIOMUNDO: Bolinha na cabeça do Viomundo | Maria Frô

DO VIOMUNDO: Bolinha na cabeça do Viomundo
outubro 23rd, 2010 by mariafro
112tweetsretweet

Do viomundo
23 de outubro de 2010 às 20:10

Bolinha na cabeça do Viomundo

Caros leitores, ontem passamos das 4 milhões de páginas vistas/mês.

Pelo jeito, tem gente que não gostou disso.

Leandro Guedes, Kauê Linden e uma turma de hackers estão trabalhando para esclarecer as denúncias de malware feitas contra o Viomundo.

A integridade do site está mantida, ele permanece no ar e não dissemina malware!

Contamos com todos para disseminar esta informação e para enfrentar os que querem evitar que você acesse o site.

Luiz Carlos Azenha

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Caraca, maluco! A Veja virou um Gibi!

“O estilo usado no título é o mesmo que o @diegoescosteguy usa nas suas reportagens.”

Meus amigos jornalistas, nem tudo está perdido, o cara ganhou um bolsa no exterior do IMIL. Então é só “seguir o caminho…”. Ou não?

PS.: Não tenho nada contra o cara, ele só está fazendo aquilo para o qual é pago, como todo e qualquer, profissional.
PPS.: Ele retuitou uns caras sem noção falando merda lá, por favor galera, não me façam defender um jornalista da Veja em véspera de eleição.

Ataque ao VioMundo


“#NoPanic #VioMundo é do #Bem”

Acho que fui um dos primeiros a ver a msg, mas como não tinha email do Azenha não deu pra avisar (e não queria espalhar o pânico no twitter).

Mas é isso. A regra é clara Arnaldo: Azenha é do #Bem! É só clicar na outra opção lá, e tocar a vida.

PS.: Aê, vem pra cima de mim, seus hackerzinhos de merde. Descubram minha senha no WP.com. Não são os foda? Mexe com alguém do seu tamanho (tenho 1,95mts, mas não 4 milhões de pageviews/mês…rs).

DO VIOMUNDO: Bolinha na cabeça do Viomundo | Maria Frô

DO VIOMUNDO: Bolinha na cabeça do Viomundo
outubro 23rd, 2010 by mariafro
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Do viomundo
23 de outubro de 2010 às 20:10

Bolinha na cabeça do Viomundo

Caros leitores, ontem passamos das 4 milhões de páginas vistas/mês.

Pelo jeito, tem gente que não gostou disso.

Leandro Guedes, Kauê Linden e uma turma de hackers estão trabalhando para esclarecer as denúncias de malware feitas contra o Viomundo.

A integridade do site está mantida, ele permanece no ar e não dissemina malware!

Contamos com todos para disseminar esta informação e para enfrentar os que querem evitar que você acesse o site.

Luiz Carlos Azenha

Caraca, maluco! A Veja virou um Gibi!

“O estilo usado no título é o mesmo que o @diegoescosteguy usa nas suas reportagens.”

Meus amigos jornalistas, nem tudo está perdido, o cara ganhou um bolsa no exterior do IMIL. Então é só “seguir o caminho…”. Ou não?

PS.: Não tenho nada contra o cara, ele só está fazendo aquilo para o qual é pago, como todo e qualquer, profissional.
PPS.: Ele retuitou uns caras sem noção falando merda lá, por favor galera, não me façam defender um jornalista da Veja em véspera de eleição.

“O dever moral do PSDB” por Diego Viana (via Amalgama)


“Salvem o PSDB das mãos do Serra e seus apoiadores.”

Exatamente o que eu penso. Sinceramente, a arte da política também está em escolher seus adversários. Prefiro debater com um PSDB do que com a extrema-direita fascista, representada por esse povo que resolveu embarcar na canoa do Serra, sempre com o apoio da mídia.

Já disse aqui, a grande contribuição do Serra, foi fazer gente de centro-esquerda como eu perceber que debater com FHC, Pedro Malan e Ruth Cardoso, foi uma honra. O Serra está a um ponto de destruir o PSDB.

Essa turma que está ai, se vencer, incendeia o Brasil pelo seu quinhão.


O dever moral do PSDB

O dever moral do PSDB

— Alckmin e Serra em Aparecida —

por Diego Viana – Não espero conquistar a atenção de muita gente, mas insisto em sair da toca com algumas palavras de bom senso, já pedindo desculpas por me apresentar como a voz do bom senso. O que segue é uma exortação à militância tucana, àqueles pequenos pássaros de escassa penugem que ainda piam no ninho, desejosos de voltar ao poder e colocar em prática as ideias (isto é, as sobreviventes) de um partido fundado em meados de 1988 sob a égide da democracia e da modernização. Poderia ser um apelo a todos os níveis do partido, mas temo que os tucanos de alta plumagem, os cardeais, já não tenham volta. Então vou me dirigir somente à base.

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"O dever moral do PSDB" por Diego Viana (via Amalgama)


“Salvem o PSDB das mãos do Serra e seus apoiadores.”

Exatamente o que eu penso. Sinceramente, a arte da política também está em escolher seus adversários. Prefiro debater com um PSDB do que com a extrema-direita fascista, representada por esse povo que resolveu embarcar na canoa do Serra, sempre com o apoio da mídia.

Já disse aqui, a grande contribuição do Serra, foi fazer gente de centro-esquerda como eu perceber que debater com FHC, Pedro Malan e Ruth Cardoso, foi uma honra. O Serra está a um ponto de destruir o PSDB.

Essa turma que está ai, se vencer, incendeia o Brasil pelo seu quinhão.


O dever moral do PSDB

O dever moral do PSDB

— Alckmin e Serra em Aparecida —

por Diego Viana – Não espero conquistar a atenção de muita gente, mas insisto em sair da toca com algumas palavras de bom senso, já pedindo desculpas por me apresentar como a voz do bom senso. O que segue é uma exortação à militância tucana, àqueles pequenos pássaros de escassa penugem que ainda piam no ninho, desejosos de voltar ao poder e colocar em prática as ideias (isto é, as sobreviventes) de um partido fundado em meados de 1988 sob a égide da democracia e da modernização. Poderia ser um apelo a todos os níveis do partido, mas temo que os tucanos de alta plumagem, os cardeais, já não tenham volta. Então vou me dirigir somente à base.


Explico. Alguns nomes da lucidez nacional têm alertado para o perigo da introdução de uma agenda religiosa radical na política brasileira. Temos aí, ambos na Folha, os artigos de Jânio de Freitas e Vladimir Safatle – este último bastante assustado, e prenhe de razão, com a perspectiva de um Brasil dos aiatolás cristãos. Como Satafle, muita gente teme pelo futuro se a campanha continuar assim até o final e se o radicalismo religioso resolver cobrar a conta do governo no ano que vem. (E por que não cobraria?)

Também temo, é claro. Mas acho necessário acrescentar um detalhe. Sim, o futuro está em risco. Mas ele segue sendo a única coisa que pode ser salva. Os princípios republicanos estão a perigo no país e não é a primeira vez, tanto é que eles já foram suprimidos em mais de uma ocasião de nossa história. O que realmente se perde está no presente e sua relação com o futuro é que fará falta, muita falta, se o pior cenário se concretizar. Não estou querendo livrar a cara do PT, cuja carta recente, em que dobra os joelhos para o poder religioso, é triste e equivocada. Mas a conta do PSDB é infinitamente mais tétrica.

O PT, como eu disse, se dobrou. Já o PSDB se aniquilou, se negou. Abraçou voluptuosamente uma agenda deplorável e rasteira. Pior ainda, sem um gesto de hesitação, os líderes do partido incineraram e enterraram os princípios fundadores da legenda. Afinal, o PSDB não era um partido udenista. Como foi acabar assim? O PSDB não era um partido reacionário. Como foi acabar assim? O PSDB não era um partido populista, mas hoje reduziu sua campanha a promessas de aumento irresponsável do salário mínimo e evocações à fé mais banal. Como foi acabar assim? O PSDB não era um partido clientelista, mas ao se associar à versão suburbana do voto de cabresto, descambou para isso. Como foi acabar assim? Não há ódio ao adversário que o explique – e o ódio ao adversário já é um princípio indesejável. Não há desejo de vitória que o justifique. Não esqueçamos: depois do voto, vem a gestão. E que gestão se pode esperar de um partido que abdicou de sua identidade, como fizeram os líderes tucanos?

Uma coisa que se deve entender: o PT e o PSDB são partidos enraizados profundamente naquilo que se convencionou chamar de “Nova República”. São os dois principais partidos surgidos das cinzas da hecatombe militar, de que o país saiu mutilado, emburrecido e na bancarrota. Talvez sejam os únicos partidos verdadeiramente novos de alguma relevância: o PDT é o novo PTB, o PFL é a Arena, o PMDB continuou sendo ele mesmo e assim por diante. PT e PSDB, não. São partidos cujo significado é profundamente dependente dessa república. Esses dois partidos não fazem sentido, não existem como tais, sem a observação e a defesa rigorosa dos valores republicanos, recuperados no país com a constituinte de 1988.

Ou seja, é impossível que haja uma erosão dos valores republicanos no Brasil sem que haja, ao mesmo tempo, a derrocada dos dois partidos que mais se nutrem desses valores. Ao perguntar a sua adversária, no primeiro debate do segundo turno, se ela crê em Deus, José Serra não apenas incorporou Jânio Quadros (o PSDB, mais do que qualquer outro partido brasileiro, deveria estar ciente do mal que o espírito desse homem pode fazer ao país). Ele também deu uma estocada certeira no coração dos valores republicanos e, por extensão, no coração do PSDB. O PSDB não tem vocação para UDN, mas está coligado com um partido que tem. Cuidado, PSDB, para não ser fagocitado pelo PFL. José Serra se mostrou disposto a renunciar ao Estado laico em nome do poder. O partido está de acordo? Os militantes estão de acordo?

Chega de explicações, vamos à exortação. A militância tucana tem um dever moral inadiável. Existe uma única atitude que ela pode tomar se quiser salvar seu partido, antes que ele imploda e dê lugar a um cripto-PFL, suspirando de saudades por Carlos Lacerda e Magalhães Pinto. Os militantes do PSDB têm necessariamente de vir a público para, em uníssono, repudiar com veemência a deriva em que se meteram a direção do partido e seu candidato. Os verdadeiros tucanos estarão definitivamente fora do jogo político se falharem em dar um “Não” inapelável às inserções de televisão com fetos e um discurso fascistóide, a que se entregou a campanha de Serra desde o início do mês. Mas isso é só um exemplo: o “Não” tem de ser coextensivo à instrumentalização da festa da padroeira, em Aparecida, dia 12 agora. “Não” à manipulação midiática, “Não” aos santinhos com frases bíblicas, “Não” aos panfletos apócrifos, “Não” à tendência de descambar para aquilo que de mais nefasto já produziu a política brasileira, o lacerdismo que desaguou no golpe de 64 (e não estou sugerindo que caminhamos para outro golpe). O episódio Regina Duarte de 2002 deveria ser vergonhoso o suficiente para o tucano histórico, mas nada é tão ruim que não possa piorar. Neste ano, estamos muito pior.

Amigo tucano que leu até aqui: este é teu dever moral. Exigirá coragem, certamente, e desprendimento. Mas isso vale para qualquer dever moral. Falhando com esse dever, você deixará claro que o PSDB está morto pelas próprias mãos. É possível já o esteja há tempos. Lula se vangloria de provocar a extinção do PFL, mas talvez a verdade seja que o PFL contaminou o PSDB. Algo assim como se a Arena cooptasse o MDB e a ditadura se perpetuasse. Nada mais desastroso para a república brasileira.

“É preciso vencer a eleição”, argumentará talvez o amigo tucano. Vencer a eleição? Que vitória é essa, em que o exército triunfante é aniquilado? Não há mais vitória possível nesta eleição, se para isso for necessário cobrir-se de ignomínia, como tem ocorrido. Um eventual José Serra vitorioso não teria meios de governar, porque é impossível governar sem seu próprio partido. Ora, por enquanto o PSDB é o partido de José Serra, mas, a continuar assim, não haverá mais verdadeiro PSDB e só sobrará a neo-UDN nas mãos do eventual futuro presidente. É esse o governo que o militante tucano quer encabeçar?

“Mas e se perdermos a eleição de novo?!”, exclamará mais uma vez o mesmo amigo tucano. Talvez seja essa a única salvação para o partido. Então será possível deixar enfim para trás os anos 90, retomar os princípios fundadores, repensar o país a partir de suas condições atuais, superar o discurso pretejado de louvor ao Plano Real (que é de 94, e estamos em 2010), reapropriar-se da defesa de valores republicanos, desenvolver propostas modernizadoras para o país… O PSDB, não custa lembrar, é o partido de Franco Montoro e Mário Covas, muito mais do que de Sérgio Guerra e Arthur Virgílio. Cito aqui dois homens mortos, mas é para deixar claro que a morte dos homens não precisa implicar a morte do partido. Amigo tucano, tome em mãos o que é seu, rejeite o que pode aniquilá-lo. Erga-se contra aquilo que destrói por dentro seu partido. Não, essa campanha que tenta colocar José Serra no Planalto não é uma campanha do PSDB! Ou então o PSDB já não existe.

—–
PS: Fico sonhando com um cenário em que ambos os candidatos repudiariam a deriva religiosa do segundo turno, recusariam em definitivo o apoio de grupos fundamentalistas que exigem dos dois partidos a supressão de seus próprios princípios de base (que são, não custa lembrar mais uma vez, democráticos e modernizadores), e fariam uma eleição em nome do Brasil, não de nosso inconsciente obscurantista. Sei que é delírio meu. Sei que ambos perderiam muitos votos, mas a vida não se resume em receber votos. E, de toda forma, a esta altura temos apenas dois candidatos para escolher, e o peso do radicalismo religioso deveria cair, em vez de aumentar.

Brasil e emergentes ganham espaço no FMI. Se fosse com o PSDB…


“Aonde estava o #SerraRojas mesmo?”

G-20: Emergentes ganham mais espaço no FMI – O Globo

Política Internacional
G-20: Emergentes ganham mais espaço no FMI

Publicada em 23/10/2010 às 10h36m
Reuters O Globo

RIO – Em acordo classificado como histórico pelo diretor-geral do Fundo Monetário Internacional (FMI), Dominique Strauss-Kahn, as economias emergentes passarão a ter mais poder de decisão no fundo. Na prática, mais de 6% das ações ordinárias no fundo passarão aos países em desenvolvimento, que se tornarão o terceiro maior membro do credor. Juntos, os quatro emergentes, conhecidos pela sigla Brics (Brasil, China, Rússia e Índia), terão 14,18% das cotas do fundo. O acordo foi anunciado neste sábado e reflete uma mudança no poder global dos países industrializados.

A Europa irá também desistir de dois dos até nove lugares, que controla a qualquer momento no Conselho Executivo do FMI Câmara, que continuará a ter 24 membros, de acordo com um comunicado divulgado após uma reunião de ministros das Finanças do Grupo.

Como parte de um pacote amplo, os países que integram o G-20 também concordaram em dobrar as quotas do fundo, que determinam quanto cada país contribui e quanto pode pedir emprestado a partir dele. A justificativa é garantir uma posição forte para prevenir ou lidar com potenciais crises.

O G-20, disse que as reformas tornariam o credor com base em Washington mais eficaz, crível e legítimo. Estados Unidos que detinham 17,67% das cotas do FMI irão manter seu poder de veto sobre as decisões mais importantes do Fundo.

De acordo com o Ministério das Finanças russo, a China vai passar a Alemanha, França e Reino Unido no ranking do Fundo de alimentação, com a sua quota-parte subindo de 3,65% para 6,19%. Os mercados emergentes como um todo terá uma quota de 42,29%.
Guerra cambial

Os países que compõem o G-20 também chegaram a um acordo para deter as desvalorizações competitivas de moedas, embora não tenham conseguido um consenso sobre uma linguagem mais firme que poderia ter estimulado o dólar.

Os esforços dos Estados Unidos para limitar os atuais desequilíbrios das contas correntes a 4% do Produto Interno Bruto (PIB), uma medida que apontava diretamente ao superávit da China, encontraram resistência em várias nações.

Os membros do G-20 se comprometeram em um comunicado a “regular as desvalorizações competitivas de suas moedas”, enquanto as nações em desenvolvimento prometeram reduzir seus déficits orçamentários ao longo do tempo e tomar ações para controlar os desequilíbrios das contas correntes.

“Para que o mundo possa crescer a um ritmo forte e sólido no futuro… precisamos trabalhar para conquistar um maior equilíbrio no caminho da expansão global enquanto nos recuperamos da crise”, disse o secretário do Tesouro norte-americano, Timothy Geithner.

As propostas dos Estados Unidos para regular os desequilíbrios das contas correntes acontecem enquanto Pequim acumulou US$ 2,65 trilhões em reservas de moeda oficial como consequência de seu enorme superávit comercial, o que levou a Câmara dos Deputados norte-americana a aprovar uma lei que ameaça retaliações a menos que a China permita o fortalecimento de sua moeda.

Autoridades chinesas não fizeram comentários sobre a disputa, mas uma fonte do G-20 disse que Pequim era contra qualquer comunicado que comprometesse explicitamente os países a limitar seus balanços de conta corrente ou com qualquer outro regulamento sobre política monetária.

As tensões que no encontro levaram Japão e China a rebater as propostas norte-americanas continuaram até depois do fim da cúpula.

A Alemanha disse que havia críticas à política norte-americana de injetar dinheiro no sistema bancário que terminou chegando a economias emergentes como o Brasil, causando bolhas nos preços dos ativos.

“Tentei deixar claro em minha contribuição a discussão que considero (o relaxamento) uma forma errada de atuar”, disse o ministro alemão de Economia, Rainer Bruederle.

“Um excessivo e permanente incremento no dinheiro (injeção de fundos) é, sob meu ponto de vista, uma manipulação indireta da taxa (de câmbio)”, afirmou.

Contudo, a Coreia do Sul foi mais otimista sobre o resultado da reunião e disse que o G20 estava ajudando a acabar com a incerteza dos mercados.

“Isso terminará com a controvérsia pela taxa de câmbio”, afirmou o ministro sul-coreano de Finanças, Yoon Jeung-hyun.